CONVERSANDO COM O MENTOR nº 001 – parte 2
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Grupo. Devemos vigiar mais o nosso sono, principalmente?
M. O sono nada mais é do que o reflexo do dia, de acordo com o dia, será o sono. Torna-se impossível querer um sono tranquilo num dia turbulento e não digo turbulento com problemas chegando até nós, turbulento no nosso mundo interno, com emoções descontroladas, pensamentos descontrolados, atitudes impensadas, chego a dizer que é pretensão querer um sono tranquilo assim.
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Grupo. E quanto a trabalhador que no dia do trabalho tem sensações ruins, dor – o que pode nos dizer? E no dia seguinte a sensação ruim, ou a dor, ou mal estar passam.
M. Então vigie mais. Quem sente a dor é o trabalhador, quanto mais vigiar, menos dor e isso acontece com muitos, talvez não com a dor, mas com a preguiça, a vontade de “ah, hoje eu não vou”, pequenos acidentes, pequenos imprevistos, cada um de nós oferece uma porta de entrada. A responsabilidade por fechar essa porta é individual. O único modo de evitarmos o mal é nos ligarmos no bem. Não naquela irritação que passa e ficamos remoendo, confabulando como seria diferente “se… isso”; “se ..aquilo”; “ahh e se….” e aí a irritação vai crescendo. Preciso ser mais específico?
M. Há uma diferença enorme entre querer fazer o bem e fazer o bem. Quando fazemos, isso não nos atinge. Quando só queremos, somos alvos fáceis.
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APRENDENDO COM O MENTOR
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M. Como todos se empenham para praticar o bem, apenas como sugestão, não queremos impor nada, sugerimos a observância em cada um, pois
o mal nem sempre faz grandes alardes, ele é sutil, envolvente e nos arrebata sem que possamos nos dar conta.
Só percebemos muitas vezes depois de termos caído muito, depois de termos falhado muito conosco mesmo, porque quando falhamos, não é com ninguém a não ser conosco. Nós iremos arrastar este fardo. Os erros de outrora não desaparecem simplesmente.
O que digo não é para que se tenha pena, é que sirva de alerta e que vocês evitem trilhar o caminho em meio a tantos espinhos como eu já trilhei. Quando nos enveredamos por esse caminho de espinhos, a única companhia que temos são de nossas próprias feridas, então caminhem na luz.
Há aqueles que ainda não estão propensos ao bem e, não terão misericórdia. Arrebanhar um caído é um privilégio deles (dos não-luz), que gera honra, status e poder, não forneçam isso a eles.
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Grupo. A entidade que veio e estava causando tumulto, era a mesma entidade não-luz que veio em trabalhos anteriores ou era outra? Porque na outra vez, a entidade entregou os poderes que tinha, o conhecimento que tinha, mas a sensação que a gente teve é que a entidade voltou e do mesmo jeito, só que dessa vez não tinha força mental.
Pode acontecer da entidade ter ido para baixo sem poder nenhum, e ter tentado de novo fazer igual, só que como ele não tinha os poderes, alguém forneceu através de um instrumento, de um aparelho o que ele não tinha mais, pra ele tentar de novo? Por que foi tudo igual?
M. Mesmo padrão vibratório.
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Grupo. Então atuam igual? Não mudam a técnica nem a estratégia? Já fez de um jeito, não vai usar de outra? Vai usar do mesmo jeito? O mesmo poder e a mesma técnica.
M. Se funciona, porque não? Quando se aprende a técnica do trabalho, todos fazem igual, aqui é assim, lá também.
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REFLETINDO:
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Funciona porque nós continuamos com as mesmas atitudes, pensamentos e sentimentos.
A técnica é igual, a mesma coisa. A estratégia é exatamente a mesma, o mesmo padrão vibratório. Não era a mesma entidade, mas era o mesmo nível vibratório.
E como o nosso padrão vibratório continuou o mesmo….tudo se repetiu , como uma lição a ser aprendida.
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FINALIZANDO
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Grupo. Aqui, encarnados, a gente acha que tem um pouco da individualidade de cada um e não é exatamente igual. Pensamos que a entidade não-luz agiu igual para nos confundir:
– “nós que estamos enganados, ele (não-luz) não veio fazer tudo igual de novo”, – “nós que estamos interpretando errado”.
M. Também pode acontecer isso.
M. Mantenham a vigilância redobrada por conta do período que se aproxima (Carnaval e Quaresma). O que se vivencia nesse período está muito longe de ser alegria. Do mesmo modo que as mortes em nome do Cristo no Tempo das Cruzadas estavam muito longe de ser amor. Fiquem na Paz.
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Obs.: M = Mentor
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